{"id":14,"date":"2019-03-21T11:17:29","date_gmt":"2019-03-21T14:17:29","guid":{"rendered":"http:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/?page_id=14"},"modified":"2024-01-15T00:08:50","modified_gmt":"2024-01-15T03:08:50","slug":"programacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/programacao\/","title":{"rendered":"Programa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h1>VOZES DISSONANTES &#8211; \u00c9TICA, LIBERDADE E AUTORITARISMO NA INTERNET<\/h1>\n<h2>MARCIA TIBURI &gt; Escritora e Fil\u00f3sofa<\/h2>\n<p>Em um mundo com uma sociedade cada vez mais conectada, em que uma postagem na internet fica dispon\u00edvel em tempo real para todo o planeta, o limite entre liberdade e pr\u00e1tica de crime \u00e9 bem sutil. A inclus\u00e3o digital possibilita qualquer individuo expor da maneira que achar mais conveniente seus pontos de vista sobre qualquer tema. A maioria dos casos de solicita\u00e7\u00e3o de retirada de conte\u00fado na internet envolve principalmente o uso n\u00e3o autorizado de imagem, ofensa digital, exposi\u00e7\u00e3o de intimidade excessiva, especialmente no tocante a menores de idade. Num ambiente em que ainda \u00e9 deficit\u00e1ria uma legisla\u00e7\u00e3o reguladora diversos crimes s\u00e3o praticados, escorados na certeza de que o oculto garante a impunidade para aqueles que os praticam. A vida nas redes sociais e as rela\u00e7\u00f5es virtuais exp\u00f5e os valores \u00e9ticos e morais de sociedades onde o autoritarismo e o preconceito tem encontrado um amplo territ\u00f3rio para se expandir e adquirir adeptos.<\/p>\n<p><strong>&gt; 12 DE MAR\u00c7O<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 13 DE MAR\u00c7O<\/strong><br \/>\n<strong>Audit\u00f3rio 9 UnB &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 13h30<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>A EDUCA\u00c7\u00c3O NO BRASIL, A REALIDADE CONTEMPOR\u00c2NEA E OS NOVOS INSTRUMENTOS PARA A FORMA\u00c7\u00c3O DE CRIAN\u00c7AS E JOVENS<\/h1>\n<h2>RENATO JANINE RIBEIRO &gt; Professor, Fil\u00f3sofo e Escritor<\/h2>\n<p>Vivemos em uma sociedade em que as pessoas est\u00e3o cada vez mais conectadas. Imersos numa cultura de rede, crian\u00e7as e jovens desse novo s\u00e9culo t\u00eam diante de si uma infinidade de informa\u00e7\u00f5es na internet. Em uma realidade bem diferente daquela de apenas duas d\u00e9cadas atr\u00e1s, os desafios da educa\u00e7\u00e3o v\u00e3o desde a busca de uma forma\u00e7\u00e3o plena e humanista, em contraponto \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter apenas t\u00e9cnica e alienada, at\u00e9 a compreens\u00e3o e o uso das novas ferramentas digitais dispon\u00edveis, em espa\u00e7os que devem ser adequados e com os devidos suportes do Estado. Essas recentes, atraentes e poderosas ferramentas digitais t\u00eam sido determinantes na forma\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e jovens, que ao consumir o universo exposto na internet, especialmente aquilo que \u00e9 voltado para lazer e consumo, adquire novos valores culturais e pontos de vista sobre a sociedade em que est\u00e1 inserido.<\/p>\n<p><strong>&gt; 19 DE MAR\u00c7O<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 20 DE MAR\u00c7O<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>MULHERES IND\u00cdGENAS, RESIST\u00caNCIA E PROTAGONISMO<\/h1>\n<h2>C\u00c9LIA XAKRIAB\u00c1 &gt; Professora e Ativista<\/h2>\n<p>S\u00e3o crescentes as mobiliza\u00e7\u00f5es e reivindica\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0s minorias, sejam as que historicamente tiveram seus direitos negados pelos estados nacionais ou as provenientes da emerg\u00eancia de grupos identit\u00e1rios que exigem seus direitos. O Brasil \u00e9 um pa\u00eds multicultural que abriga em seu territ\u00f3rio mais de 200 povos ind\u00edgenas. A luta dessas popula\u00e7\u00f5es tradicionais pelo reconhecimento de seus direitos, afirma\u00e7\u00e3o de suas identidades e pr\u00e1ticas culturais \u00e9 hist\u00f3rica. Na constitui\u00e7\u00e3o de 1988 parte importante de suas bandeiras foram consagradas na lei. A carta magna reconhece o direito dos povos ind\u00edgenas aos seus territ\u00f3rios e o exerc\u00edcio pleno de suas culturas. Para ser colocado em pr\u00e1tica o que est\u00e1 na constitui\u00e7\u00e3o, diversas na\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas se articulam e lutam cotidianamente. \u00c9 not\u00e1vel a crescente participa\u00e7\u00e3o das mulheres ind\u00edgenas, liderando processos, conquistando protagonismo e acrescentando outras pautas necess\u00e1rias \u00e0s suas lutas. Em um momento em que suas conquistas correm riscos, muitas mulheres ind\u00edgenas tem desempenhado um papel central na organiza\u00e7\u00e3o dessas sociedades na luta pelos direitos dos povos origin\u00e1rios do Brasil.<\/p>\n<p><strong>&gt; 27 DE MAR\u00c7O<\/strong><br \/>\n<strong>Audit\u00f3rio 9 UnB &#8211; Bras\u00edlia\/DF, das 11h \u00e0s 14h<\/strong><\/p>\n<h1>MUNDO DIGITAL E SOCIEDADE EM REDE &#8211; O DECL\u00cdNIO DAS M\u00cdDIAS TRADICIONAIS E OS NOVOS ESPA\u00c7OS DE INFORMA\u00c7\u00c3O E COMUNICA\u00c7\u00c3O<\/h1>\n<h2>VIVIANE MOS\u00c9 &gt; Poetisa, Fil\u00f3sofa e Psicanalista<\/h2>\n<p>O fen\u00f4meno da internet criou um novo mundo, onde se verifica o uso crescente de redes sociais e de plataformas de compartilhamento de dados, conte\u00fados audiovisuais e informa\u00e7\u00f5es de modo geral. Diante dessa nova realidade, as m\u00eddias tradicionais como jornal, cinema, r\u00e1dio, TV e publicidade vivem um momento de transi\u00e7\u00e3o, permeado por desafios e oportunidades. Ao mesmo tempo, a amplia\u00e7\u00e3o do poder de controle das redes sociais sobre os usu\u00e1rios, manejando dados e sofisticando seus m\u00e9todos de controle, tem alterado de forma incisiva os modelos tradicionais de marketing e propaganda, obtendo resultados que impactam na vida pol\u00edtica e econ\u00f4mica de diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>&gt; 2 DE ABRIL<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 3 DE ABRIL<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>A FORMA\u00c7\u00c3O DO BRASIL: DO DESCOBRIMENTO AOS TEMPOS ATUAIS &#8211; A HERAN\u00c7A CARTORIAL, O PATRIMONIALISMO E A CULTURA DE PRIVIL\u00c9GIOS<\/h1>\n<h2>JESS\u00c9 SOUZA &gt; Escritor, Professor e Pesquisador<\/h2>\n<p>Toda sociedade tem suas ra\u00edzes no sistema que a originou, nas contradi\u00e7\u00f5es e nas disputas que definiram os modelos de dire\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e econ\u00f4mica, al\u00e9m dos valores culturais, \u00e9ticos e morais que se estabeleceram e se consolidaram. O processo hist\u00f3rico de constru\u00e7\u00e3o e afirma\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es no pa\u00eds, de heran\u00e7a colonial e base escravagista, sedimentou um modelo de rela\u00e7\u00e3o do Estado com o conjunto da sociedade. As prefer\u00eancias e as indiferen\u00e7as que geraram deforma\u00e7\u00f5es sociais solidificaram distor\u00e7\u00f5es e preconceitos que foram incorporados na sociedade e s\u00f3 podem ser compreendidos a partir da an\u00e1lise do processo hist\u00f3rico que deu origem ao Brasil. O momento atual na ordem pol\u00edtica e social brasileira sugere ser necess\u00e1rio e adequado revisitar alguns antecedentes na forma\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, suas consequ\u00eancias no conjunto das rela\u00e7\u00f5es derivadas desse processo e na forma\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o dos valores culturais vigentes.<\/p>\n<p><strong>&gt; 16 DE ABRIL<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 17 DE ABRIL<\/strong><br \/>\n<strong>Audit\u00f3rio 9 UnB, \u00e0s 13h30<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>DIVERSIDADE CULTURAL E DE G\u00caNERO NO BRASIL; A CONSTRU\u00c7\u00c3O DE UMA SOCIEDADE DEMOCR\u00c1TICA E FRATERNA E O RESPEITO \u00c0S DIFEREN\u00c7AS<\/h1>\n<h2>DJAMILA RIBEIRO &gt; Mestra em Filosofia Pol\u00edtica<\/h2>\n<p>A diversidade \u00e9 uma das maiores riquezas do ser humano. A percep\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de indiv\u00edduos diferentes numa cidade, num pa\u00eds, com suas diferentes culturas, etnias e gera\u00e7\u00f5es, \u00e9 o primeiro passo para se vislumbrar uma conviv\u00eancia respeitosa, amig\u00e1vel e solid\u00e1ria em uma comunidade. Para avan\u00e7ar al\u00e9m da percep\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria uma nova \u00e9tica, onde igualdade n\u00e3o signifique exclus\u00e3o das diferen\u00e7as, mas sim uma condi\u00e7\u00e3o equ\u00e2nime para se posicionar na sociedade, onde cidad\u00e3os e cidad\u00e3s, possam se afirmar enquanto g\u00eanero, orienta\u00e7\u00e3o sexual, etnia e cultura. As legisla\u00e7\u00f5es em alguns pa\u00edses t\u00eam consolidado direitos adquiridos em lutas travadas por minorias que ao longo da hist\u00f3ria tiveram seus direitos elementares suprimidos. Por outro lado, em um momento de paradoxos, onde ao mesmo tempo em que se afirmam direitos humanos, nota-se o recrudescimento de legisla\u00e7\u00f5es que refutam imigrantes e o est\u00edmulo e o crescimento da xenofobia, da misoginia e do preconceito de classes. Isto tem ocorrido em todo o mundo e colocado um novo desfio para os humanistas, pois n\u00e3o se trata mais de fazer avan\u00e7ar as conquistas, mas de garantir o que j\u00e1 foi conquistado.<\/p>\n<p><strong>&gt; 23 DE ABRIL<\/strong><br \/>\n<strong>Audit\u00f3rio Roberto Salmeron da FT\/Unb (Campus Darcy Ribeiro) &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 13h30<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>OS ESQUECIDOS: IDENTIDADE, TERRIT\u00d3RIO E AFIRMA\u00c7\u00c3O DAS NA\u00c7\u00d5ES IND\u00cdGENAS BRASILEIRAS<\/h1>\n<h2>FERNANDA KAING\u00c1NG &gt; Escritora e Advogada<\/h2>\n<p>Os conflitos que os envolvem continuam a se multiplicar: mortes, abusos e viol\u00eancia de toda ordem. A afli\u00e7\u00e3o vivida por muitas comunidades decorre de poderosos interesses pol\u00edticos e econ\u00f4micos nas terras ind\u00edgenas e do descaso do conjunto da sociedade brasileira com os povos origin\u00e1rios do Brasil. Ainda falta muito para que os povos ind\u00edgenas brasileiros alcancem ao menos o direito b\u00e1sico de viver em paz em suas terras e garantir uma sobreviv\u00eancia digna e independente da tutela do Estado. Se for verdade que alguns segmentos da sociedade historicamente exclu\u00eddos, como dos negros e mulheres, tem alguma representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e tem conquistado apoio no seio da sociedade, o mesmo n\u00e3o se pode dizer dos povos ind\u00edgenas, ainda v\u00edtimas de preconceitos que remontam os prim\u00f3rdios da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa.<\/p>\n<p><strong>&gt; 8 DE MAIO<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>ESTADO, IGREJA E DEMOCRACIA &#8211; NOVAS RELIGI\u00d5ES, TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E OS DESAFIOS DO SECULARISMO<\/h1>\n<h2>VLADIMIR SAFATLE &gt; Professor e Escritor<\/h2>\n<p>H\u00e1 sessenta anos, noventa e cinco por cento da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds eram cat\u00f3licos. Hoje, mais de trinta por cento da popula\u00e7\u00e3o crist\u00e3, cerca de sessenta milh\u00f5es de brasileiros, s\u00e3o evang\u00e9licos. Essa nova realidade trouxe grandes impactos e mudan\u00e7as nos modos de celebra\u00e7\u00e3o religiosa e na rela\u00e7\u00e3o dos fieis com suas igrejas. Centenas de religi\u00f5es pentecostais e neopentecostais disputam espa\u00e7o na sociedade em busca de fieis, usando m\u00e9todos variados nos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o e na prega\u00e7\u00e3o de suas doutrinas. Termos como teologia da prosperidade e fideliza\u00e7\u00e3o de fieis passaram a ser ouvidos com mais frequ\u00eancia. Grandes celebra\u00e7\u00f5es religiosas em espa\u00e7os p\u00fabicos e a presen\u00e7a pol\u00edtica de representantes de diferentes denomina\u00e7\u00f5es religiosas nos parlamentos federal, estadual e municipal desafiam o secularismo e simbolizam, em grande medida, as altera\u00e7\u00f5es na cultura religiosa do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>&gt; 14 DE MAIO<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 15 DE MAIO<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>A CULTURA DO DESCARTE, A SOCIEDADE DE CONSUMO E A TRAG\u00c9DIA DO MEIO AMBIENTE<\/h1>\n<h2>IGN\u00c1CIO DE LOYOLA BRAND\u00c3O &gt; Escritor e Jornalista<\/h2>\n<p>Um dos maiores dilemas da sociedade contempor\u00e2nea est\u00e1 na grave crise ambiental que o mundo j\u00e1 est\u00e1 vivendo. J\u00e1 n\u00e3o se sabe o que fazer com a quantidade e os tipos de lixos produzidos, lixo que est\u00e1 sendo devolvido pela natureza aos mesmos que o produzem, comprometendo a vida humana especialmente nas cidades. Com rios e mares polu\u00eddos, combustivos fosseis comprometendo o ar que se respira e desmatamento descontrolado das florestas tropicais, a \u00e1gua doce come\u00e7a a faltar e pode ser em breve tempo a mais cara das com\u00f3dites. Diante disso, grandes conglomerados privados j\u00e1 buscam meios de se apossar das principais reservas de \u00e1gua doce. Os h\u00e1bitos da sociedade contempor\u00e2nea, onde o est\u00edmulo ao consumismo desenfreado determina que tudo \u00e9 descart\u00e1vel, e o mundo dos neg\u00f3cios capitalistas, que coloca a lucratividade em primeiro plano em detrimento da preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, apresenta desafios jamais vistos para a vida humana no planeta.<\/p>\n<p><strong>&gt; 28 DE MAIO<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 29 DE MAIO<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>MOBILIDADE SOCIAL E EMPREENDEDORISMO &#8211; O ESTADO, O MERCADO E AS POSSIBILIDADES DE SUPERA\u00c7\u00c3O DAS DESIGUALDADES E DE ASCENS\u00c3O SOCIAL NA SOCIEDADE BRASILEIRA<\/h1>\n<h2>LUIS NASSIF &gt; Jornalista, Colunista e Escritor<\/h2>\n<p>Uma hist\u00f3rica concentra\u00e7\u00e3o de riqueza, que resulta em exclus\u00e3o e pouca mobilidade social, imp\u00f5e grandes dificuldades \u00e0s classes populares que aspiram outros padr\u00f5es de sobreviv\u00eancia e de acesso \u00e1 educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 cultura. Os setores menos favorecidos da popula\u00e7\u00e3o, exatamente os que mais precisam de apoio e est\u00edmulo do Estado para superar as limita\u00e7\u00f5es que lhe s\u00e3o impostas, enfrentam grandes dificuldades quando buscam empreender. S\u00e3o obrigados a romper as barreiras de um Estado que pouco induz e pouco estimula. Ao contr\u00e1rio, cria barreiras institucionais e burocr\u00e1ticas muitas vezes intranspon\u00edveis, o que dificulta o aumento da produ\u00e7\u00e3o, o desenvolvimento econ\u00f4mico e as perspectivas diminui\u00e7\u00e3o do fosso existente entre ricos e pobres no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>&gt; 4 DE JUNHO<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 5 DE JUNHO<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<h1>O ESPA\u00c7O DO AMOR E DA AFETIVIDADE NAS GRANDES CIDADES<\/h1>\n<h2>MIRIAN GOLDENBERG &gt; Escritora, Antrop\u00f3loga e Professora<\/h2>\n<p>As grandes cidades s\u00e3o o principal palco onde se desenvolvem os dramas existenciais da sociedade moderna. O per\u00edodo contempor\u00e2neo \u00e9 marcado por mudan\u00e7as significativas decorrentes da globaliza\u00e7\u00e3o em suas dimens\u00f5es socioecon\u00f4micas, culturais e tecnol\u00f3gicas. Mudan\u00e7as avassaladoras e profundas de valores, comportamentos e de identidades em indiv\u00edduos e grupos sociais v\u00eam resultando no desencadeamento de novos tipos de relacionamentos e de intera\u00e7\u00e3o social. As redes sociais, a urg\u00eancia da vida nas grandes metr\u00f3poles, o stress, a viol\u00eancia, o medo e a relativiza\u00e7\u00e3o de conceitos morais e \u00e9ticos na cultura contempor\u00e2nea, tem alterado significativamente os sentimentos e as rela\u00e7\u00f5es de amor e afeto. Metr\u00f3poles brasileiras apresentam grandes \u00edndices de pessoas que vivem solit\u00e1rias e as doen\u00e7as de ordem psiqui\u00e1trica colocam o pa\u00eds como um dos maiores consumidores de psicotr\u00f3picos do mundo. Na multid\u00e3o a busca pela afetividade, entre liberdade, solid\u00e3o, neuroses e depress\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>&gt; 11 DE JUNHO<\/strong><br \/>\n<strong>C\u00e2mara Municipal de Campo Grande\/MS, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; 12 DE JUNHO<\/strong><br \/>\n<strong>Museu da Rep\u00fablica &#8211; Bras\u00edlia\/DF, \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VOZES DISSONANTES &#8211; \u00c9TICA, LIBERDADE E AUTORITARISMO NA INTERNET MARCIA TIBURI &gt; Escritora e Fil\u00f3sofa Em um mundo com uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":486,"parent":0,"menu_order":2,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"disabled","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"disabled","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-14","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":478,"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14\/revisions\/478"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/media\/486"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aacic.com.br\/dialogoscontemporaneos\/2018\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}